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Reem-Notas/docker-compose.yml

72 lines
3.0 KiB
YAML

version: '3.8'
services:
app:
build:
context: .
dockerfile: Dockerfile
ports:
- "3000:3000"
env_file: .env
environment:
DATABASE_URL: ${DATABASE_URL}
DB_HOST: ${DB_HOST}
DB_PORT: ${DB_PORT}
DB_NAME: ${DB_NAME}
DB_USER: ${DB_USER}
DB_PASSWORD: ${DB_PASSWORD}
SECRET_KEY_BASE: ${SECRET_KEY_BASE}
RAILS_ENV: ${RAILS_ENV:-development}
volumes:
- ".:/app"
- "bundle_cache:/usr/local/bundle"
# No boot/deploy, em ordem:
# 1. db:prepare — cria o banco se não existir, roda migrations pendentes e
# só faz seed se o banco acabou de ser criado (idempotente, seguro).
# 2. whenever --update-crontab — grava no crontab os jobs do config/schedule.rb
# (ex.: atualizar histórico a cada 30 min, 08h-18h).
# 3. cron — sobe o daemon de cron (em background) que executa esses jobs.
# As variáveis de ambiente do banco vêm do .env via dotenv-rails quando
# o rake carrega o Rails, então o cron não precisa herdar o ENV.
# 4. rails s — sobe a aplicação (processo em primeiro plano).
# O passo do cron é "best-effort": se o crontab/cron não estiver disponível
# (ex.: imagem antiga sem o pacote `cron`), apenas avisa no log e SEGUE —
# nunca impede o Rails de subir. (Requer rebuild: docker compose up -d --build)
# `bundle check || bundle install`: os gems ficam num VOLUME nomeado
# (bundle_cache) que persiste e SOMBREIA os gems da imagem — então adicionar
# uma gem nova ao Gemfile não chega no container só com `up`/`--build`. Este
# passo instala o que faltar no volume no boot (idempotente e rápido quando já
# está tudo instalado), evitando o Bundler::GemNotFound ao subir.
command: bash -c "rm -f tmp/pids/server.pid && (bundle check || bundle install) && bundle exec rails db:prepare && { bundle exec whenever --update-crontab && cron || echo '[boot] AVISO cron/crontab indisponivel (rode com --build), seguindo sem agendamento'; } && bundle exec rails s -b 0.0.0.0"
# O banco PostgreSQL já existe externamente.
# Configure DB_HOST no .env com o IP/hostname do seu servidor PostgreSQL.
depends_on:
- whatsapp
# Ponte com o WhatsApp (Baileys, sessão pareada por QR). Container separado
# porque não existe biblioteca Ruby que fale o protocolo do WhatsApp Web — e
# porque isolar a sessão evita que uma queda dela derrube o Puma.
#
# ⚠️ A porta NÃO é publicada de propósito: quem alcança é só o container do
# Rails, pela rede interna do compose. Publicar exporia um endpoint que
# manda mensagem em nome da empresa.
whatsapp:
build:
context: ./whatsapp
dockerfile: Dockerfile
restart: unless-stopped
environment:
WHATSAPP_TOKEN: ${WHATSAPP_TOKEN}
WHATSAPP_DATA_DIR: /data
PORT: 3001
volumes:
# A sessão pareada vive aqui. Sem este volume, cada deploy exige escanear
# o QR de novo.
- "whatsapp_auth:/data"
expose:
- "3001"
volumes:
bundle_cache:
whatsapp_auth: