Traz para a tela as funções do programa original (Romaneiro PDF), na linha de
design do projeto:
- Veículos deixam de ser um <select> e viram lista visível com a contagem de
paradas de cada carro — que é a conferência feita antes de imprimir e ficava
invisível mostrando um veículo por vez. Cada item é link (?veiculo=), então
sobrevive ao 'voltar' e ao F5. No celular vira faixa horizontal.
- Na mesma coluna: motorista do veículo, 'PDF deste veículo' e 'PDF de TODOS'.
- Busca ganha 'Limpar busca' e contador vivo ('4 de 31 paradas'). A contagem
saiu do cabeçalho da tabela: dois números para a mesma coisa, um atualizando e
o outro não, é a divergência que a diretriz 1 proíbe.
- Logo do cabeçalho escolhível (Configuracao 'romaneio_logo', separado do
empresa_logo — o romaneio é documento do cliente). PNG/JPG até 2MB, gravado em
storage/logos/ e não em public/, com nome gerado pelo sistema.
- production.rb (hosts): a linha que parecia só liberar o APP_HOST na verdade
LIGAVA a verificação de Host e recusava todo o resto — o acesso pelo IP
interno caía em 'Blocked hosts: 100.75.222.23:3001'. Agora entram também
localhost/127.0.0.1 e a lista HOSTS_PERMITIDOS.
- production.rb (i18n): 'fallbacks = true' significa cair no default_locale,
que aqui é o próprio pt-BR — o fallback apontava para si mesmo e chave
ausente virava 'Translation missing' na tela do usuário. Agora [:en], igual
ao application.rb.
- pt-BR.yml: traduções do Devise (failure/sessions/passwords). O projeto não
usa devise-i18n; em development o texto vinha em inglês pelo fallback e o
buraco passava despercebido.
- docker-compose.yml / .env.example: porta do host parametrizada
(${PORTA_APP:-3001}) e APP_HOST/APP_NAME/WHATSAPP_URL/HOSTS_PERMITIDOS com
padrão — essa configuração vivia só no .env do servidor e sumiu junto com ele.
Três problemas de exposição, todos com o mesmo efeito: dado interno saindo
para quem não deveria ver.
1. Painel de debug do Rails na tela do usuário
O servidor sobe com RAILS_ENV=development (docker-compose.yml), e
development tinha `consider_all_requests_local = true`. A página
"Action Controller: Exception caught" mostra parâmetros, SESSÃO
(session_id, _csrf_token, id do usuário logado), cookies, IP do cliente,
caminho do servidor e o trace inteiro — para qualquer pessoa que
provocasse um erro. Agora o detalhe depende de ERROS_DETALHADOS=true,
que só é ligado na máquina de desenvolvimento.
2. Senha e PIN em texto puro no log
Não existia filter_parameter_logging.rb neste projeto: toda senha do
login, PIN de motorista e token do WhatsApp iam para log/ em texto
puro — e log vai junto em backup e em suporte. Era o pior dos três,
porque é permanente e não aparece na tela de ninguém.
3. Páginas de erro do usuário final
Sem public/500.html, desligar o painel deixaria tela em branco. Criadas
500/404/422 em português, sem CSS externo (precisam funcionar com a
aplicação fora do ar).
Também sai do versionamento a pasta Erros/, com 16 páginas de debug salvas
do navegador. Não há cookie de sessão assinado nelas — ninguém entra no
sistema com o que está ali — mas há session_id, token CSRF, id de usuário e
IPs, que não têm por que estar no repositório.
Correção estrutural pendente: subir o servidor com RAILS_ENV=production
(production.rb já tem consider_all_requests_local=false e force_ssl=true).
Co-Authored-By: Claude Opus 5 <noreply@anthropic.com>