version: '3.8' services: app: build: context: . dockerfile: Dockerfile # PORTA DO HOST parametrizada — a do container é sempre 3000. # # POR QUE NÃO É FIXA: o mesmo NAS roda mais de um stack, e dois containers # não publicam a mesma porta ("driver failed programming external # connectivity ... port is already allocated"). O ambiente de TESTE usa a # 3001; a 3000 já está ocupada. Por isso o PADRÃO aqui é 3001 e não 3000: # é o valor que mantém ESTE ambiente de pé se o .env se perder — foi # exatamente o que aconteceu, e o padrão 3000 fez o container morrer com # "port is already allocated". Na produção (branch main) o padrão é 3000. # # Isto vivia como alteração LOCAL no docker-compose.yml do servidor — e em # 27/08/2026 um `git reset --hard` levou junto, derrubando o ambiente com o # proxy apontando para uma porta sem ninguém escutando. Parametrizado aqui, # a porta passa a morar no .env (que o reset não toca) e o arquivo fica # igual em todos os ambientes. # # ⚠️ Ao mudar, ajuste JUNTO o proxy reverso (DSM/Cloudflare) — senão o 502 # só muda de lugar. ports: - "${PORTA_APP:-3001}:3000" env_file: .env environment: DATABASE_URL: ${DATABASE_URL} DB_HOST: ${DB_HOST} DB_PORT: ${DB_PORT} DB_NAME: ${DB_NAME} DB_USER: ${DB_USER} DB_PASSWORD: ${DB_PASSWORD} SECRET_KEY_BASE: ${SECRET_KEY_BASE} RAILS_ENV: ${RAILS_ENV:-development} # Fuso do SISTEMA OPERACIONAL dentro do container (o do Rails vem do # config.time_zone). Já fixado no Dockerfile; repetido aqui para dar o # ajuste sem rebuild — basta TZ=... no .env. Ver deploy/ntp-seguro.sh: # a HORA em si é do host, isto aqui só define o fuso de leitura. TZ: ${TZ:-America/Sao_Paulo} # Endereço público e nome do sistema. Ficam aqui com PADRÃO porque não são # segredo — assim um .env perdido não leva junto a configuração do # ambiente. O .env continua mandando: se a variável existir lá, ela vence. # # ⚠️ APP_HOST é SÓ O HOST, sem "https://". O código monta os links como # "https://#{APP_HOST}/motorista" (consolidacao_mailer.rb, # notificacao_service.rb, gatilhos.rb) — com o esquema no valor sai # "https://https://..." e todo link de e-mail e WhatsApp quebra. APP_HOST: ${APP_HOST:-teste.reemtransportes.com.br} APP_NAME: "${APP_NAME:-Reem Logística}" # Hosts extras aceitos além do APP_HOST (vírgula separa vários). Com # RAILS_ENV=production o Rails só aceita os hosts listados; o acesso pela # rede interna chega com o IP do NAS e era recusado com # "Blocked hosts: 100.75.222.23:3001". Ver config/environments/production.rb. HOSTS_PERMITIDOS: ${HOSTS_PERMITIDOS:-100.75.222.23} # A ponte do WhatsApp é alcançada pelo nome do serviço na rede do compose. WHATSAPP_URL: ${WHATSAPP_URL:-http://whatsapp:3001} volumes: - ".:/app" - "bundle_cache:/usr/local/bundle" # Todo o boot (migrations, cron, Puma) mora em bin/docker-boot, com o # motivo de cada passo comentado lá. Ficava aqui como uma linha só de # `bash -c`, ilegível e impossível de depurar quando um passo falhava. # # `bash` explícito de propósito, em vez de chamar o script direto: a pasta # do projeto vive num share do NAS e o BIT DE EXECUÇÃO se perde ao copiar # por SMB/File Station. Sem isto, o deploy morreria com um # "permission denied" que não tem nada a ver com o script. command: ["bash", "bin/docker-boot"] # `unless-stopped`: sobe sozinho depois de queda do processo, de reboot do # servidor e de `docker compose up`, e SÓ fica parado se alguém der # `docker compose stop/down` explicitamente. Como o bin/docker-boot roda # `db:prepare` no começo, isso já entrega a migration automática a cada # restart — não existe passo manual depois do deploy. # # Escolhido em vez de `always` porque `always` reergue o container até # depois de um `stop` deliberado (num reboot do servidor), tirando do # operador a chance de deixar o sistema fora do ar de propósito. restart: unless-stopped # O banco PostgreSQL já existe externamente. # Configure DB_HOST no .env com o IP/hostname do seu servidor PostgreSQL. # # SEM `depends_on: whatsapp` de propósito: o Rails não precisa da ponte para # subir nem para funcionar — sem ela, a tela mostra "desconectado" e o envio # de WhatsApp registra falha no log de envios. Declarar a dependência faria # um problema no container do WhatsApp respingar no sistema inteiro. # Ponte com o WhatsApp (Baileys, sessão pareada por QR). Container separado # porque não existe biblioteca Ruby que fale o protocolo do WhatsApp Web — e # porque isolar a sessão evita que uma queda dela derrube o Puma. # # ⚠️ A porta NÃO é publicada de propósito: quem alcança é só o container do # Rails, pela rede interna do compose. Publicar exporia um endpoint que # manda mensagem em nome da empresa. whatsapp: build: context: ./whatsapp dockerfile: Dockerfile restart: unless-stopped environment: WHATSAPP_TOKEN: ${WHATSAPP_TOKEN} WHATSAPP_DATA_DIR: /data PORT: 3001 # Mesmo fuso do Rails: log de envio com hora diferente da do sistema # torna impossível cruzar os dois na hora de investigar uma falha. TZ: ${TZ:-America/Sao_Paulo} volumes: # A sessão pareada vive aqui. Sem este volume, cada deploy exige escanear # o QR de novo. - "whatsapp_auth:/data" expose: - "3001" volumes: bundle_cache: whatsapp_auth: