Corrige acesso em produção: hosts permitidos, i18n do Devise e config do ambiente no compose
- production.rb (hosts): a linha que parecia só liberar o APP_HOST na verdade
LIGAVA a verificação de Host e recusava todo o resto — o acesso pelo IP
interno caía em 'Blocked hosts: 100.75.222.23:3001'. Agora entram também
localhost/127.0.0.1 e a lista HOSTS_PERMITIDOS.
- production.rb (i18n): 'fallbacks = true' significa cair no default_locale,
que aqui é o próprio pt-BR — o fallback apontava para si mesmo e chave
ausente virava 'Translation missing' na tela do usuário. Agora [:en], igual
ao application.rb.
- pt-BR.yml: traduções do Devise (failure/sessions/passwords). O projeto não
usa devise-i18n; em development o texto vinha em inglês pelo fallback e o
buraco passava despercebido.
- docker-compose.yml / .env.example: porta do host parametrizada
(${PORTA_APP:-3001}) e APP_HOST/APP_NAME/WHATSAPP_URL/HOSTS_PERMITIDOS com
padrão — essa configuração vivia só no .env do servidor e sumiu junto com ele.
This commit is contained in:
22
.env.example
22
.env.example
@@ -18,11 +18,11 @@ TZ=America/Sao_Paulo
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# ── Porta publicada no host ───────────────────────────────
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# A porta DENTRO do container é sempre 3000; esta é a do servidor.
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# Só precisa mudar quando outro stack já ocupa a porta no mesmo host —
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# é o caso do ambiente de TESTE, que usa 3001 (a 3000 está ocupada).
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# Sem esta variável o compose assume 3000.
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# Neste branch (teste) o padrão do docker-compose.yml JÁ É 3001, porque a 3000
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# está ocupada por outro stack no mesmo NAS. Esta linha só é necessária para
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# usar uma porta diferente da padrão.
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# ⚠️ Tem que casar com o destino do proxy reverso (DSM / Cloudflare).
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PORTA_APP=3000
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PORTA_APP=3001
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# ── Banco de dados (seu PostgreSQL já existente) ─────────────
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# Aponte DB_HOST para o IP ou hostname do seu servidor PostgreSQL
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@@ -91,9 +91,21 @@ SMTP_DOMAIN=gade.com.br
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NOTIFICACAO_SECRET=
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# ── App ───────────────────────────────────────────────────────
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APP_HOST=localhost:3000
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# ⚠️ SÓ O HOST, sem "https://". O código monta os links como
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# "https://#{APP_HOST}/motorista" (consolidacao_mailer.rb,
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# notificacao_service.rb, gatilhos.rb): com o esquema aqui sai
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# "https://https://..." e todo link de e-mail e de WhatsApp quebra.
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# O docker-compose.yml já traz o host do ambiente como padrão — esta linha só
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# é necessária para apontar para outro endereço.
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APP_HOST=teste.reemtransportes.com.br
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APP_NAME=Reem Logística
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# Hosts extras aceitos além do APP_HOST, separados por vírgula (só vale com
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# RAILS_ENV=production, onde o Rails checa o cabeçalho Host).
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# Use quando o sistema também for acessado por IP:porta na rede interna —
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# sem isso o Rails responde "Blocked hosts: <ip>:<porta>".
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HOSTS_PERMITIDOS=100.75.222.23
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# ── WhatsApp (ponte própria — sessão pareada por QR code) ──────────────────
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# Token compartilhado entre o Rails e o container `whatsapp`. Qualquer string
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# longa e aleatória: `openssl rand -hex 32`. Sem ele a ponte recusa TUDO.
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@@ -21,11 +21,42 @@ Rails.application.configure do
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config.action_mailer.perform_caching = false
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config.action_mailer.default_url_options = { host: ENV.fetch("APP_HOST", "localhost:3000") }
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config.i18n.fallbacks = true
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# `= true` significa "caia no default_locale" — e o default AQUI é o próprio
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# pt-BR, então o fallback apontava para si mesmo e qualquer chave ausente
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# virava "Translation missing" NA TELA DO USUÁRIO (aconteceu em 27/08/2026 na
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# tela de login, com devise.failure.unauthenticated). Em development o
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# config/application.rb já usa [:en] e por isso o problema não aparecia lá.
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# Mantido igual ao application.rb: chave faltando mostra o texto em inglês,
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# que é feio mas legível — nunca a mensagem de erro do i18n.
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config.i18n.fallbacks = [:en]
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config.active_support.report_deprecations = false
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config.active_record.dump_schema_after_migration = false
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# Aceita o host configurado no .env
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# ── Hosts aceitos (proteção contra DNS rebinding) ─────────────────────────
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# Regra do Rails: lista VAZIA = aceita qualquer Host; lista com QUALQUER item
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# = só o que estiver nela entra. Por isso a linha abaixo, que parece só
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# "liberar o APP_HOST", na verdade LIGA a verificação e bloqueia todo o resto
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# com "ActionDispatch::HostAuthorization ... Blocked hosts: <host>".
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#
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# ⚠️ APP_HOST tem que vir SEM "https://": com o esquema, este split libera um
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# host chamado "https" e nada funciona.
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config.hosts << ENV["APP_HOST"]&.split(":")&.first if ENV["APP_HOST"].present?
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# O próprio servidor. Sem isto, um `curl http://127.0.0.1:3001/` de dentro do
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# NAS — que é o teste que separa "app caiu" de "proxy errado" — volta
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# bloqueado e faz parecer que a aplicação está quebrada.
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config.hosts += ["localhost", "127.0.0.1", "[::1]"]
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# Endereços extras, separados por vírgula. Caso real (27/08/2026): o acesso
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# pela rede interna chega com `Host: 100.75.222.23:3001` (o IP do NAS), que
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# não bate com o domínio público e caía em "Blocked hosts". A porta é
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# ignorada pelo Rails na comparação — basta o IP/nome.
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# HOSTS_PERMITIDOS=100.75.222.23,10.0.0.20
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ENV.fetch("HOSTS_PERMITIDOS", "").split(",").map(&:strip).reject(&:empty?).each do |permitido|
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config.hosts << permitido
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end
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# Escotilha de emergência: desliga a verificação por completo. Último recurso —
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# com ela ligada, qualquer domínio apontado para este servidor é aceito.
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config.hosts.clear if ENV["RAILS_ALLOW_ALL_HOSTS"] == "true"
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end
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@@ -8,8 +8,48 @@ pt-BR:
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default: "%d/%m/%Y %H:%M"
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short: "%d/%m %H:%M"
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# Mensagem de login recusado para conta desativada (User#inactive_message).
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# Sem esta chave, o Devise mostraria o símbolo cru "conta_desativada".
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# ── Devise ────────────────────────────────────────────────────────────────
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# POR QUE ESTÁ TUDO AQUI E NÃO SÓ A CHAVE DA CONTA DESATIVADA:
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# o projeto não usa a gem `devise-i18n`, então as únicas traduções do Devise
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# são estas. Em development a ausência passava despercebida porque o
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# config/application.rb faz `i18n.fallbacks = [:en]` e o texto vinha em inglês
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# do próprio gem. Em produção o `fallbacks` apontava para o pt-BR (ele mesmo)
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# e a tela de login exibiu, para o usuário final:
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# "Translation missing. Options considered were: pt-BR.devise.failure.unauthenticated"
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# Traduzir de fato é melhor do que cair no inglês: quem usa o sistema é
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# operador e motorista brasileiros.
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devise:
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failure:
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already_authenticated: "Você já está autenticado."
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inactive: "Sua conta ainda não foi ativada."
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invalid: "%{authentication_keys} ou senha inválidos."
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not_found_in_database: "%{authentication_keys} ou senha inválidos."
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timeout: "Sua sessão expirou. Faça login novamente para continuar."
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unauthenticated: "Para continuar, faça login."
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# Conta desativada pelo administrador (User#inactive_message).
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# Sem esta chave, o Devise mostraria o símbolo cru "conta_desativada".
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conta_desativada: "Sua conta está desativada. Fale com um administrador."
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sessions:
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signed_in: "Login efetuado com sucesso."
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signed_out: "Logout efetuado com sucesso."
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already_signed_out: "Logout efetuado com sucesso."
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passwords:
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send_instructions: "Em alguns minutos você receberá um e-mail com instruções para redefinir sua senha."
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send_paranoid_instructions: "Se o seu e-mail existir em nosso cadastro, você receberá um link para redefinir a senha."
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||||
updated: "Sua senha foi alterada com sucesso. Você já está autenticado."
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updated_not_active: "Sua senha foi alterada com sucesso."
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no_token: "Esta página só pode ser acessada pelo link do e-mail de redefinição de senha. Peça um novo link."
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mailer:
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reset_password_instructions:
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subject: "Instruções para redefinir sua senha"
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# Chaves que o Devise procura na RAIZ do locale (não dentro de `devise:`).
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errors:
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messages:
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not_found: "não encontrado"
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already_confirmed: "já foi confirmado, tente fazer login"
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not_locked: "não está bloqueado"
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expired: "expirou, solicite um novo"
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not_saved:
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one: "1 erro impediu que este %{resource} fosse salvo:"
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other: "%{count} erros impediram que este %{resource} fosse salvo:"
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@@ -10,7 +10,10 @@ services:
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# POR QUE NÃO É FIXA: o mesmo NAS roda mais de um stack, e dois containers
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# não publicam a mesma porta ("driver failed programming external
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# connectivity ... port is already allocated"). O ambiente de TESTE usa a
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# 3001; a 3000 já está ocupada.
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# 3001; a 3000 já está ocupada. Por isso o PADRÃO aqui é 3001 e não 3000:
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# é o valor que mantém ESTE ambiente de pé se o .env se perder — foi
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# exatamente o que aconteceu, e o padrão 3000 fez o container morrer com
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# "port is already allocated". Na produção (branch main) o padrão é 3000.
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#
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# Isto vivia como alteração LOCAL no docker-compose.yml do servidor — e em
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# 27/08/2026 um `git reset --hard` levou junto, derrubando o ambiente com o
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@@ -21,7 +24,7 @@ services:
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# ⚠️ Ao mudar, ajuste JUNTO o proxy reverso (DSM/Cloudflare) — senão o 502
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# só muda de lugar.
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ports:
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- "${PORTA_APP:-3000}:3000"
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- "${PORTA_APP:-3001}:3000"
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env_file: .env
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environment:
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DATABASE_URL: ${DATABASE_URL}
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@@ -37,6 +40,24 @@ services:
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# ajuste sem rebuild — basta TZ=... no .env. Ver deploy/ntp-seguro.sh:
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# a HORA em si é do host, isto aqui só define o fuso de leitura.
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TZ: ${TZ:-America/Sao_Paulo}
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# Endereço público e nome do sistema. Ficam aqui com PADRÃO porque não são
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# segredo — assim um .env perdido não leva junto a configuração do
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# ambiente. O .env continua mandando: se a variável existir lá, ela vence.
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#
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# ⚠️ APP_HOST é SÓ O HOST, sem "https://". O código monta os links como
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# "https://#{APP_HOST}/motorista" (consolidacao_mailer.rb,
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# notificacao_service.rb, gatilhos.rb) — com o esquema no valor sai
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# "https://https://..." e todo link de e-mail e WhatsApp quebra.
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APP_HOST: ${APP_HOST:-teste.reemtransportes.com.br}
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APP_NAME: "${APP_NAME:-Reem Logística}"
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# Hosts extras aceitos além do APP_HOST (vírgula separa vários). Com
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# RAILS_ENV=production o Rails só aceita os hosts listados; o acesso pela
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# rede interna chega com o IP do NAS e era recusado com
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# "Blocked hosts: 100.75.222.23:3001". Ver config/environments/production.rb.
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HOSTS_PERMITIDOS: ${HOSTS_PERMITIDOS:-100.75.222.23}
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||||
# A ponte do WhatsApp é alcançada pelo nome do serviço na rede do compose.
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WHATSAPP_URL: ${WHATSAPP_URL:-http://whatsapp:3001}
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volumes:
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- ".:/app"
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- "bundle_cache:/usr/local/bundle"
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