Corrige acesso em produção: hosts permitidos, i18n do Devise e config do ambiente no compose

- production.rb (hosts): a linha que parecia só liberar o APP_HOST na verdade
  LIGAVA a verificação de Host e recusava todo o resto — o acesso pelo IP
  interno caía em 'Blocked hosts: 100.75.222.23:3001'. Agora entram também
  localhost/127.0.0.1 e a lista HOSTS_PERMITIDOS.
- production.rb (i18n): 'fallbacks = true' significa cair no default_locale,
  que aqui é o próprio pt-BR — o fallback apontava para si mesmo e chave
  ausente virava 'Translation missing' na tela do usuário. Agora [:en], igual
  ao application.rb.
- pt-BR.yml: traduções do Devise (failure/sessions/passwords). O projeto não
  usa devise-i18n; em development o texto vinha em inglês pelo fallback e o
  buraco passava despercebido.
- docker-compose.yml / .env.example: porta do host parametrizada
  (${PORTA_APP:-3001}) e APP_HOST/APP_NAME/WHATSAPP_URL/HOSTS_PERMITIDOS com
  padrão — essa configuração vivia só no .env do servidor e sumiu junto com ele.
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2026-08-27 18:30:17 -03:00
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@@ -18,11 +18,11 @@ TZ=America/Sao_Paulo
# ── Porta publicada no host ─────────────────────────────── # ── Porta publicada no host ───────────────────────────────
# A porta DENTRO do container é sempre 3000; esta é a do servidor. # A porta DENTRO do container é sempre 3000; esta é a do servidor.
# Só precisa mudar quando outro stack já ocupa a porta no mesmo host — # Neste branch (teste) o padrão do docker-compose.yml JÁ É 3001, porque a 3000
# é o caso do ambiente de TESTE, que usa 3001 (a 3000 está ocupada). # está ocupada por outro stack no mesmo NAS. Esta linha só é necessária para
# Sem esta variável o compose assume 3000. # usar uma porta diferente da padrão.
# ⚠️ Tem que casar com o destino do proxy reverso (DSM / Cloudflare). # ⚠️ Tem que casar com o destino do proxy reverso (DSM / Cloudflare).
PORTA_APP=3000 PORTA_APP=3001
# ── Banco de dados (seu PostgreSQL já existente) ───────────── # ── Banco de dados (seu PostgreSQL já existente) ─────────────
# Aponte DB_HOST para o IP ou hostname do seu servidor PostgreSQL # Aponte DB_HOST para o IP ou hostname do seu servidor PostgreSQL
@@ -91,9 +91,21 @@ SMTP_DOMAIN=gade.com.br
NOTIFICACAO_SECRET= NOTIFICACAO_SECRET=
# ── App ─────────────────────────────────────────────────────── # ── App ───────────────────────────────────────────────────────
APP_HOST=localhost:3000 # ⚠️ SÓ O HOST, sem "https://". O código monta os links como
# "https://#{APP_HOST}/motorista" (consolidacao_mailer.rb,
# notificacao_service.rb, gatilhos.rb): com o esquema aqui sai
# "https://https://..." e todo link de e-mail e de WhatsApp quebra.
# O docker-compose.yml já traz o host do ambiente como padrão — esta linha só
# é necessária para apontar para outro endereço.
APP_HOST=teste.reemtransportes.com.br
APP_NAME=Reem Logística APP_NAME=Reem Logística
# Hosts extras aceitos além do APP_HOST, separados por vírgula (só vale com
# RAILS_ENV=production, onde o Rails checa o cabeçalho Host).
# Use quando o sistema também for acessado por IP:porta na rede interna —
# sem isso o Rails responde "Blocked hosts: <ip>:<porta>".
HOSTS_PERMITIDOS=100.75.222.23
# ── WhatsApp (ponte própria — sessão pareada por QR code) ────────────────── # ── WhatsApp (ponte própria — sessão pareada por QR code) ──────────────────
# Token compartilhado entre o Rails e o container `whatsapp`. Qualquer string # Token compartilhado entre o Rails e o container `whatsapp`. Qualquer string
# longa e aleatória: `openssl rand -hex 32`. Sem ele a ponte recusa TUDO. # longa e aleatória: `openssl rand -hex 32`. Sem ele a ponte recusa TUDO.

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@@ -21,11 +21,42 @@ Rails.application.configure do
config.action_mailer.perform_caching = false config.action_mailer.perform_caching = false
config.action_mailer.default_url_options = { host: ENV.fetch("APP_HOST", "localhost:3000") } config.action_mailer.default_url_options = { host: ENV.fetch("APP_HOST", "localhost:3000") }
config.i18n.fallbacks = true # `= true` significa "caia no default_locale" — e o default AQUI é o próprio
# pt-BR, então o fallback apontava para si mesmo e qualquer chave ausente
# virava "Translation missing" NA TELA DO USUÁRIO (aconteceu em 27/08/2026 na
# tela de login, com devise.failure.unauthenticated). Em development o
# config/application.rb já usa [:en] e por isso o problema não aparecia lá.
# Mantido igual ao application.rb: chave faltando mostra o texto em inglês,
# que é feio mas legível — nunca a mensagem de erro do i18n.
config.i18n.fallbacks = [:en]
config.active_support.report_deprecations = false config.active_support.report_deprecations = false
config.active_record.dump_schema_after_migration = false config.active_record.dump_schema_after_migration = false
# Aceita o host configurado no .env # ── Hosts aceitos (proteção contra DNS rebinding) ─────────────────────────
# Regra do Rails: lista VAZIA = aceita qualquer Host; lista com QUALQUER item
# = só o que estiver nela entra. Por isso a linha abaixo, que parece só
# "liberar o APP_HOST", na verdade LIGA a verificação e bloqueia todo o resto
# com "ActionDispatch::HostAuthorization ... Blocked hosts: <host>".
#
# ⚠️ APP_HOST tem que vir SEM "https://": com o esquema, este split libera um
# host chamado "https" e nada funciona.
config.hosts << ENV["APP_HOST"]&.split(":")&.first if ENV["APP_HOST"].present? config.hosts << ENV["APP_HOST"]&.split(":")&.first if ENV["APP_HOST"].present?
# O próprio servidor. Sem isto, um `curl http://127.0.0.1:3001/` de dentro do
# NAS — que é o teste que separa "app caiu" de "proxy errado" — volta
# bloqueado e faz parecer que a aplicação está quebrada.
config.hosts += ["localhost", "127.0.0.1", "[::1]"]
# Endereços extras, separados por vírgula. Caso real (27/08/2026): o acesso
# pela rede interna chega com `Host: 100.75.222.23:3001` (o IP do NAS), que
# não bate com o domínio público e caía em "Blocked hosts". A porta é
# ignorada pelo Rails na comparação — basta o IP/nome.
# HOSTS_PERMITIDOS=100.75.222.23,10.0.0.20
ENV.fetch("HOSTS_PERMITIDOS", "").split(",").map(&:strip).reject(&:empty?).each do |permitido|
config.hosts << permitido
end
# Escotilha de emergência: desliga a verificação por completo. Último recurso —
# com ela ligada, qualquer domínio apontado para este servidor é aceito.
config.hosts.clear if ENV["RAILS_ALLOW_ALL_HOSTS"] == "true" config.hosts.clear if ENV["RAILS_ALLOW_ALL_HOSTS"] == "true"
end end

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@@ -8,8 +8,48 @@ pt-BR:
default: "%d/%m/%Y %H:%M" default: "%d/%m/%Y %H:%M"
short: "%d/%m %H:%M" short: "%d/%m %H:%M"
# Mensagem de login recusado para conta desativada (User#inactive_message). # ── Devise ────────────────────────────────────────────────────────────────
# Sem esta chave, o Devise mostraria o símbolo cru "conta_desativada". # POR QUE ESTÁ TUDO AQUI E NÃO SÓ A CHAVE DA CONTA DESATIVADA:
# o projeto não usa a gem `devise-i18n`, então as únicas traduções do Devise
# são estas. Em development a ausência passava despercebida porque o
# config/application.rb faz `i18n.fallbacks = [:en]` e o texto vinha em inglês
# do próprio gem. Em produção o `fallbacks` apontava para o pt-BR (ele mesmo)
# e a tela de login exibiu, para o usuário final:
# "Translation missing. Options considered were: pt-BR.devise.failure.unauthenticated"
# Traduzir de fato é melhor do que cair no inglês: quem usa o sistema é
# operador e motorista brasileiros.
devise: devise:
failure: failure:
already_authenticated: "Você já está autenticado."
inactive: "Sua conta ainda não foi ativada."
invalid: "%{authentication_keys} ou senha inválidos."
not_found_in_database: "%{authentication_keys} ou senha inválidos."
timeout: "Sua sessão expirou. Faça login novamente para continuar."
unauthenticated: "Para continuar, faça login."
# Conta desativada pelo administrador (User#inactive_message).
# Sem esta chave, o Devise mostraria o símbolo cru "conta_desativada".
conta_desativada: "Sua conta está desativada. Fale com um administrador." conta_desativada: "Sua conta está desativada. Fale com um administrador."
sessions:
signed_in: "Login efetuado com sucesso."
signed_out: "Logout efetuado com sucesso."
already_signed_out: "Logout efetuado com sucesso."
passwords:
send_instructions: "Em alguns minutos você receberá um e-mail com instruções para redefinir sua senha."
send_paranoid_instructions: "Se o seu e-mail existir em nosso cadastro, você receberá um link para redefinir a senha."
updated: "Sua senha foi alterada com sucesso. Você já está autenticado."
updated_not_active: "Sua senha foi alterada com sucesso."
no_token: "Esta página só pode ser acessada pelo link do e-mail de redefinição de senha. Peça um novo link."
mailer:
reset_password_instructions:
subject: "Instruções para redefinir sua senha"
# Chaves que o Devise procura na RAIZ do locale (não dentro de `devise:`).
errors:
messages:
not_found: "não encontrado"
already_confirmed: "já foi confirmado, tente fazer login"
not_locked: "não está bloqueado"
expired: "expirou, solicite um novo"
not_saved:
one: "1 erro impediu que este %{resource} fosse salvo:"
other: "%{count} erros impediram que este %{resource} fosse salvo:"

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@@ -10,7 +10,10 @@ services:
# POR QUE NÃO É FIXA: o mesmo NAS roda mais de um stack, e dois containers # POR QUE NÃO É FIXA: o mesmo NAS roda mais de um stack, e dois containers
# não publicam a mesma porta ("driver failed programming external # não publicam a mesma porta ("driver failed programming external
# connectivity ... port is already allocated"). O ambiente de TESTE usa a # connectivity ... port is already allocated"). O ambiente de TESTE usa a
# 3001; a 3000 já está ocupada. # 3001; a 3000 já está ocupada. Por isso o PADRÃO aqui é 3001 e não 3000:
# é o valor que mantém ESTE ambiente de pé se o .env se perder — foi
# exatamente o que aconteceu, e o padrão 3000 fez o container morrer com
# "port is already allocated". Na produção (branch main) o padrão é 3000.
# #
# Isto vivia como alteração LOCAL no docker-compose.yml do servidor — e em # Isto vivia como alteração LOCAL no docker-compose.yml do servidor — e em
# 27/08/2026 um `git reset --hard` levou junto, derrubando o ambiente com o # 27/08/2026 um `git reset --hard` levou junto, derrubando o ambiente com o
@@ -21,7 +24,7 @@ services:
# ⚠️ Ao mudar, ajuste JUNTO o proxy reverso (DSM/Cloudflare) — senão o 502 # ⚠️ Ao mudar, ajuste JUNTO o proxy reverso (DSM/Cloudflare) — senão o 502
# só muda de lugar. # só muda de lugar.
ports: ports:
- "${PORTA_APP:-3000}:3000" - "${PORTA_APP:-3001}:3000"
env_file: .env env_file: .env
environment: environment:
DATABASE_URL: ${DATABASE_URL} DATABASE_URL: ${DATABASE_URL}
@@ -37,6 +40,24 @@ services:
# ajuste sem rebuild — basta TZ=... no .env. Ver deploy/ntp-seguro.sh: # ajuste sem rebuild — basta TZ=... no .env. Ver deploy/ntp-seguro.sh:
# a HORA em si é do host, isto aqui só define o fuso de leitura. # a HORA em si é do host, isto aqui só define o fuso de leitura.
TZ: ${TZ:-America/Sao_Paulo} TZ: ${TZ:-America/Sao_Paulo}
# Endereço público e nome do sistema. Ficam aqui com PADRÃO porque não são
# segredo — assim um .env perdido não leva junto a configuração do
# ambiente. O .env continua mandando: se a variável existir lá, ela vence.
#
# ⚠️ APP_HOST é SÓ O HOST, sem "https://". O código monta os links como
# "https://#{APP_HOST}/motorista" (consolidacao_mailer.rb,
# notificacao_service.rb, gatilhos.rb) — com o esquema no valor sai
# "https://https://..." e todo link de e-mail e WhatsApp quebra.
APP_HOST: ${APP_HOST:-teste.reemtransportes.com.br}
APP_NAME: "${APP_NAME:-Reem Logística}"
# Hosts extras aceitos além do APP_HOST (vírgula separa vários). Com
# RAILS_ENV=production o Rails só aceita os hosts listados; o acesso pela
# rede interna chega com o IP do NAS e era recusado com
# "Blocked hosts: 100.75.222.23:3001". Ver config/environments/production.rb.
HOSTS_PERMITIDOS: ${HOSTS_PERMITIDOS:-100.75.222.23}
# A ponte do WhatsApp é alcançada pelo nome do serviço na rede do compose.
WHATSAPP_URL: ${WHATSAPP_URL:-http://whatsapp:3001}
volumes: volumes:
- ".:/app" - ".:/app"
- "bundle_cache:/usr/local/bundle" - "bundle_cache:/usr/local/bundle"